1926: Trens em São Paulo deixam de trafegar devido à falta de carvão

A falta de carvão levou à redução do tráfego ferroviário em São Paulo em 1926. A chefia de movimento da Estação do Norte, no Brás, informou que vários trens deixariam de circular.

Segundo o relato da época, a medida ocorreu em meio à crise de combustível enfrentada pelo Brasil. A escassez de carvão também ameaçava o serviço ferroviário no Rio de Janeiro.

As mudanças em São Paulo começariam em 24 de outubro de 1926 e afetariam linhas com destino a Mogi das Cruzes e Poá. A Estação do Norte comunicou a interrupção de parte das viagens.

falta de carvão nos trens de São Paulo

No Rio, a Estrada de Ferro Central do Brasil enfrentava risco de reduzir o tráfego, em meio à falta de carvão e à greve de mineiros na Inglaterra. O relato também registra a busca da companhia por uma alternativa ao combustível.

Redução de trens em linhas de São Paulo

O aviso da Estação do Norte não apontava a suspensão de toda a circulação: informava que vários trens deixariam de trafegar e que o serviço seria reduzido. O relato não quantificava as composições afetadas nem especificava quais horários seriam mantidos.



A falta de carvão nos trens de São Paulo foi apresentada como parte de uma crise de combustível que atingia o Brasil. Segundo a comunicação da chefia de movimento, a escassez levou à decisão operacional, mas o texto não indicava quando o abastecimento poderia ser normalizado.

O informe mencionava linhas atendidas pela estação, sem detalhar o total de viagens alteradas em cada uma. Também não discriminava quantos trens deixariam de circular em cada destino citado.

Falta de carvão ameaça tráfego ferroviário no Rio

No Rio de Janeiro, a Estrada de Ferro Central do Brasil enfrentava novamente a possibilidade de reduzir o tráfego. O relato relacionava essa ameaça à falta de carvão e à continuidade da greve de mineiros na Inglaterra.

A paralisação dos mineiros ingleses permanecia em curso, segundo a notícia, ao mesmo tempo que a ferrovia lidava com a escassez de combustível. O texto não especificava a duração da greve nem a quantidade de carvão disponível para a companhia.

Como alternativa, a Central do Brasil pretendia adquirir uma grande quantidade de lenha. A informação não detalhava o volume previsto para a compra nem quando o combustível poderia ser utilizado nas operações ferroviárias.



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